Feito um sopro

mais uma vez
como antes
como fora
como temos passado
de tempo em tempo
em sua contagem regular
em passadas largas
e saltos fantasmagóricos
é como quem dorme e sonha
e desperta na passagem de consciência
então vive:
e roda na primavera entre uma outra taça de risada
entre as flores na calçada, sutilmente derramadas

se existe regra, lei ou argumento que contradiz a nós
se existe tempo,espaço,aceleração
não sei não
não vejo o tempo passar
nem a chuva cair
e pode o castelo ruir
que continuarei assim,
aqui.

5 comentários:

  1. Não importa o que aconteça, a gente sempre fica.

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  2. Vida, doce vida :)
    -
    AAAAH, seus poemas são liiiiiiindos *_____*,deeeemais mesmo <3

    -

    beeeijão no (L)

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  3. que lindo aqui
    vc criou todo um universo cheio de poesia!
    estou seguindo seu blog!
    ;*

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